
Semáforos: como funcionam! Esses são equipamentos comuns em cidades de todos os portes e desempenham um papel crucial na organização e segurança do trânsito.
Primeiramente, vale um registro histórico. Os primeiros semáforos surgiram em 1868, em Londres, quando o engenheiro ferroviário John Peake Knight teve a ideia inovadora de instalá-los para controlar o tráfego em um movimentado cruzamento da cidade.
Desde então, esses dispositivos evoluíram sobremaneira e são essenciais para garantir a fluidez e a segurança nas vias urbanas. Neste post, vamos explorar sobretudo a história e a importância dos semáforos no contexto do trânsito urbano.
Controle
Apesar de hoje serem muito comuns, a operação desses dispositivos é mais complexa do que muitos podem imaginar. Antes de tudo, para funcionar, um semáforo precisa de um controlador semafórico. É esse equipamento que leva ao semáforo as definições dos tempos de verde, amarelo e vermelho. O engenheiro de tráfego é o profissional responsável por definir nos controladores esses tempos, sempre com o objetivo de melhorar o fluxo, evitar engarrafamentos e aumentar a segurança no trânsito. Além disso, esses equipamentos podem ser integrados a diversos modelos de sensores, nobreaks e botoeiras para pedestres.
A eficiência e a precisão desses controladores, entretanto, são fundamentais para garantir uma operação bem sucedida das companhias de tráfego
O controlador semafórico DP40-A, da DATAPROM, é uma solução completa para a integração e automação do trânsito na sua cidade. Ao mesmo tempo em que apresenta robustez, ele permite todas as integrações necessárias para uma gestão conjunta e inteligente.
Centralização
Por exemplo, uma cidade de grande porte tem milhares cruzamentos semaforizados. Desse modo, a definição dos tempos de cada um precisa ser integrada dentro de uma lógica de engenharia de tráfego.
O software ANTARES permite programações e micro ajustes remotos nos ciclos semafóricos, além de identificação de falhas e correções. Desse modo, tudo é realizado a distância a partir de uma central de controle e até de um simples notebook.
Essas vantagens agilizam programações para priorizar ruas e avenidas com maior demanda, inclusive em situações inesperadas como ocorrências e acidentes.
Onda Verde
O Antares ajuda os gestores a programarem a tão desejada “onda verde”, garantindo a passagem fluída dos veículos em corredores.
Identificação e correção remota de falhas reduz a mão de obra presencial, apoiando reparos que antes demandavam a presença de técnicos. Saiba mais aqui
Semáforos: como funcionam os dispositivos inteligentes
A automação no trânsito se refere à implementação de tecnologias e sistemas que tornam o tráfego mais eficiente, seguro e sustentável. Para alcançar esse objetivo, é necessário adotar uma série de medidas e estratégias.
O DP40-A é um dispositivo por trás do semáforo inteligente para que ele consiga atuar de forma autônoma a partir de marchine learning. Para isso, ele opera em conjunto com sensores como câmeras ou laços físicos e ajusta os tempos dos semáforos reduzindo congestionamentos.
Essa operação inteligente reduz, por exemplo, o impacto de eventos sazonais no trânsito. O resultado é economia de recursos para o operador e maior qualidade de vida para quem ganha tempo no trânsito.
Botoeiras Inteligentes (Semáforos Sonoros)
As botoeiras da DATAPROM ampliam o sinal de verde para pessoas com locomoção reduzida. Para tanto, essa solução opera integrada ao controlador semafórico DP40-A e ao software Antares Evolution.
As botoeiras inteligentes têm como principal vantagem a capacidade de estender o tempo de travessia para pessoas com dificuldade de locomoção. Para tanto, o pedestre deve acionar o mecanismo de extensão através de um cartão ou sempre que pressionar o botão por 3 segundos, dependendo da decisão do órgão gestor. Desse modo, o tempo de travessia é estendido em até 100%.
Implantado de forma pioneira em Curitiba, o projeto da Botoeira Inteligente da cidade recebeu o Prince Michael International Awards (PMIRSA). Essa premiação é a mais importante em segurança viária no mundo e o reconhecimento ocorreu durante a 2ª Conferência Global de Alto Nível em Segurança Viária. O evento reuniu representantes de 120 países e quatro projetos foram premiados na área. O curitibano foi o único brasileiro naquela ocasião.
Fale com um dos nossos especialistas e veja como transformar a mobilidade na sua cidade